Wednesday, 12 August 2009

Alguém dá autorização...

...para que eu me imagine assim quando estiver na praia? É que dava jeito (para evitar o encolher de barriga 90% do tempo).
(não consigo pôr a imagem, mas era assim uma Marylin Monroe escultural)

Pois é...

Hummm, há um biquini para comprar. Mudo em 5 min de um estado de excitação total para um de depressão. Acho que está relacionado com variações da minha própria imagem na minha cabecinha. Isto não vai ser bonito de se ver.
Esta semana vou tabalhar para a Uni Nova (na Caparica) todos os dias. Estava à espera que o comboio cheirasse a protector solar, cheio de malta de chinelo no dedo e toalha ao ombro. Seria tortura. Mas vá lá, afinal o povo português até é bem civilizado e, cheio de compaixão pelo próximo, priva-se de andar de transportes públicos pelo menos antes das 21h30 para ir para a praia! Obrigada!

Hello!!

Acho que há aqui qualquer coisa a precisar de renovação. É Verão, está calor e já não passo por aqui há muito tempo. Acho que me vou dedicar por uns momento (aqui leia-se 1 a 2 horas e a grtar por ajuda no fim) a alterar o "look" da coisa. Vamos lá a ver quando é que isso acontece.

Thursday, 6 March 2008

A minha nova palavra

Tal qual criança tenho uma nova palavra no meu dicionário diário: preciso. Até à bastante pouco tempo a palavra "quero" dominava a minha filosofia de compras, sem qualquer rivalidade, sem luta "quero" vs "preciso. Eu até podia disfarçar este "quero" alegando que precisava.

- Preciso de um par de calças!

- Tenho mesmo que comprar uma mala nova para aquele casaco, quando está a chover, vou sair sem carro e pode ficar mais frio! (como podem perceber é uma ocasião bastante específica, mas que precisa de uma mala especialmente dimensionada de propósito)

A verdade é que o "preciso" nunca chegava a ter hipótese. Quando chegava a altura do "preciso" (do casaco, da camisola ou dos sapatos) já o "quero" se tinha antecipado e portanto já todos esses artigos estavam pendurados no meu roupeiro!

Pois é, mas a vida dá muitas voltas. Ui, se dá! E trocam-nos as voltas. E só nos apercebemo-nos quando estamos dentro de uma loja, com uma camisola linda de morrer, super na moda, que ficaria a matar com aquele vestido e damos por nós, de braços esticados, artigo "very in" pendurado no ar, olhos nos olhos da camisola e a pensar:

- Mas será que preciso mesmo?

E lá está essa palavrinha malandra, a que nunca surgia durante uma sessão de compras, e agora é uma presença constante! Mas sabe bem. Até porque o "quero" não ficou abandonado e arrumado a um canto. "Ele" sai da gaveta e salta-me da boca quando estou numa loja cheia de porcelana e vidro espalhado, com um prato de bolos lindo de morrer na mão e penso:

- Eu quero MESMO um terceiro prato de bolos!!!

Monday, 14 January 2008

Keep Adding

Pensei por começar este post negando o anterior. Declarando que não me reconheço no que escrevi, que não era eu. Mas era. E sou. E este "sou" é a soma do que era antes daquele momento, aquele momento, e o que fui depois daquele momento. Não há grande diferença entre estes momentos, excepto a sua ordem cronológica. Porque é o intervalo de tempo entre a data do nosso nascimento e o presente que nos defini. É isso que nos dá o total de parcelas que devemos somar para que o resultado sejamos nós. E como nesta equação não há subtrações nem sinais negativos, somamos o bom, o mau, o mais ou menos, o que sabemos que podiamos ter feito melhor mas não nos apeteceu, e o que nos aconteceu por pura sorte (sem sabermos como). =EU
Hoje ouvi no rádio que ainda se pode desejar feliz ano novo. Portanto aqui vai: Feliz Ano Novo. E não desejo a ninguém: ano novo vida nova. Desejo uma grande soma. Eu sei que vou ter este ano uma grande soma. Mesmo das enormes!!!! E estou curiosa: como é que se soma esta parcela? É a dividir por dois ou a multiplicar? Para quem me entende.

Monday, 8 October 2007

Hoje é o primeiro dia do resto da tua vida

Estou de volta a Portugal; e não me apetece falar mais disso. E não me apetece divagar sobre o que trouxe na mala e o que esqueci ou o que não quiz voltar. E apetece-me continuar a escrever aqui sem ter que contar nada, sem ter que especificar o que é que me faz falta, até porque tudo me faz falta. Nada me serve. Não me satisfaz o que previ que ía acontecer, o que me avisaram que ía acontecer e eu não acreditei, o que não quiz aprender porque achei que comigo era diferente (o erro básico da Humanidade que não nos permite somar e avançar). Falham-me o senso comum e o bom senso, ao mesmo tempo. E deixam-me sozinha, comigo que sei pouco, muito pouco, e que duvido do que sei. E que do alto da minha arrogância não ouço ninguém e só percebo que podia ter somado (quando me disseram) muito lá atrás quando somo pela experiência. E assim a minha vitória. Venço em manter o ritmo; heroina em não deixar que nada avance, para poder sofre e talvez amanhã felicidade. A felicidade de quem sobe, de quem melhora, de quem sabe que até há pior (mesmo sabendo que não esteve no mau absoluto).
E continuo a escrever porque esta é a minha terapia "low cost". Porque posso exagerar: é seguro escrever antes de dormir, apesar de não ser seguro falar antes de dormir. Ninguém dorme sobre o assunto, isso não adinta nada. A eficiência vem de se dormir com o assunto. Ficar a conhece-lo bem e mandá-lo embora sem pequeno-almoço; antes de acordarmos ressolvemos o assunto e por volta da hora de almoço já não é real, e até nem foi assim tão mau. E mais não explico. Porque estou zangada, por tudo correr como esperado, e por não ter contado com o esperado. E por estar aqui hoje a escrever o que não sei muito bem se me vai na alma; mas pelo menos pela ponta dos dedos passa.